Reforma Política e Eleitoral!

O Brasil precisa enfrentar seu maior problema depois da distribuição de renda via aliquotas escalonadas, progressivas e limitadas com equidade, que é a reforma política e eleitoral, visando sanar, corrigir e mudar o sistema ora vigente em nosso país, cujo o atual sistema cria e tem sido motivo das mais absurdas leviandades quanto a eleição e mandatos dos políticos neste país, no que, os ditos postulantes e mandatários, se aproveitam de um sistema manco, frágil e deficiente no tocante a escolha e mandatos dos políticos, pois estes buscam se eleger com dinheiro público, comprando voto, tanto quanto, os partidos políticos, recebem verbas públicas, para se manterem, sabendo que, o voto é uma escolha, uma opção e uma alternantiva, que não pode ser obrigatório, tanto quanto, se deve dividir os territórios eleitorais, em distritos, ao qual, cada ente político, deve representar, bem como, o eleitor tenha como direcionar o seu voto, ao respectivo distrito eleitoral, nisso, encampamos num sistema justo, verdadeiramente democrático e transparente, visando tornar a política no Brasil, um meio de alicercar os fundamentos que devem guiar e mover esta nação, com base em principios dignos, justos e éticos do ponto de vista moral, bem sabendo que o fundo eleitoral existente é uma aberração, quando isto se envolve uma democrácia, haja vista, que ninguém pode ou deveria receber verbas públicas, para comprar voto dos cidadãos ou eleitores, e sim, se fazer presente e participativo ativiamente na sua comunidade, cidade, região, estado e país, visando conquistar eleitores com suas ideias e ideais, sem que use de recursos públicos para isto, pois temos atualmente meios de enaltecer as qualidades de qualquer candidato, via mídias, sejam elas em redes sociais, em canais de televisão, em todos os tipos de comunicação, visando que o candidato seja conhecido e possa levar suas ideias ao eleitor, tanto quanto, o fundo partidário, não pode ser financiador de partidos políticos, já que estes são agremiações livres, com o qual, seus filiados, voluntáriamente se filiam, visando compartilhar uma visão, ao qual comungam, e assim, se tornarem membros de um partido, para qual, devem contribuir, tanto quanto, isto se faz nas igrejas, nos sindicatos, nas associações, nos clubes e organizações específicas, em que, são membros e filiados, mas nunca haver dinheiro público em partidos e candidatos, pois em sociedades democráticas, se assume o risco, de ser eleito, de votar, de ser votado, de ser candidato, sem que sejam disperdiçadas verbas públicas, oriundas de impostos.

A divisão político eleitoral em distritos visa criar fronteiras de interesse do eleitor quanto ao envolvimento, participação e atuação dos políticos, a fim de que, o eleitor possa se aproximar mais dos seus políticos candidatos e votados, visando que estes se empenhem em atuar em prol dos respectivos distritos, que devem abranger não somente territórios em municípios, mas em regiões municipais, estados e regiões de estados, isto envolvendo vereadores, deputados estaduais, deputados federais, senadores, ao qual, precisam prestar contas a sua população distrital de seus mandatos,  nisso, o voto distrital misto tem suma importância em melhorar a representaçao política no Brasil, tanto quanto, os mandatos devem serem mudados para períodos de 05(cinco) anos, devendo não mais haver reeleição para os cargos executivos, a fim, de evitar desvios de condutas e gastos inflados visando a reeleição dos que ocupam os cargos no executivo, tanto quanto, o voto deve ser facultativo, haja vista, as intrigas e atritos existentes na sociedade por conta de posições políticas que as pessoas escolhem, isto incluíndo familias, amigos e as demais associações, que não sejam políticas, no que, os egos se inflamam e a violência emerge por conta disso, se não houvesse o voto obrigatório, estas intrigas não existiriam, o fim do foro privilegiado, que sustenta aqueles que cometem crimes, ou que visam se proteger de seus crimes, ocupando cargos políticos, sendo que democracias legítimas, no que se refere, em que todos são iguais e devem serem tratados como iguais, o tal foro privilegiado se torna uma aberração, além do fato de que, discrimina uns de outros, visando tratar como privilegiados, algo que em democrácias, não pode existir, e mais, quando falamos de candidatos eleitos e representativos em um sistema político, este tem que representar, e prestar contas de seus mandatos, que não atendendo aos anseios de seus eleitores, estes tem que se sujeitarem ao escrutínio do impeachment, cujo o abaixo assinado, de 1% ou 2% por cento da população, deve ser aberto, isto para todos os cargos eletivos, já que foi eleito pelo voto, deve ser destituído pelos eleitores, em função da sua incapacidade de representar seus eleitores.

O supremo tributal federal sendo este um órgão de terceiro poder ou terceira via na questão democrática, ao qual, divide a república em três instâncias de poder, o executivo, o legislativo e o judiciário, e que por este atuar muitas vezes de forma política e não técnica, deveria seus ministros serem escolhidos pelo voto, sendo que cada estado da nação, teria um ministro representando o estado, cujo o representante deve ser eleito no estado, sendo um jurista de carreira, com ilibada reputação, tempo mínimo de magistratura, que se lança a ocupar um cargo de ministro no supremo federal, representando seu estado, cada estado teria seu representante no supremo tribunal federal, tendo mandatos fixos, bem como, que o colegiado se divida em tarefas que visem melhorar a performace do judiário brasileiro, no tocante a última instância e maior instância jurídica neste país, sendo que estes também estariam sujeitos ao impeachent, por serem eleitos pela população, ao qual, basta 1% ou 2% por cento da população ao qual representa, para que se instaure o processo de impeachment, visando sempre preservar a democrácia, e tornar a democrácia mais legítima, quanto a que estes poderes ditem os rumos deste país.

A política brasileira tem protagonizado as cenas de maior vexame à este país quanto a sua reputação institucional, pois os escândalos de corrupção tem sido os maiores responsáveis pelo desequilíbrio e discrepância existente, envolvendo todas as mazelas e problemas brasileiros, haja vista, que a política se tornou reduto de muita gente que quer vencer na vida, pelas vias da corrupção, enriquecendo ilicitamente, tirando da população, os recursos preciosos dos impostos que esta paga, que em vez de serem canalizados para melhorar a vida dos cidadãos, estes vão para melhorar a vida dos políticos, de forma que, se alterou e se inverteu a função das coisas, pois os políticos querem para si, o que deveria ser do povo, querem serem donos, do que deveria ser do povo, esquecem que deveriam representar o povo, visando melhorar a vida das pessoas, mas ao contrário, existe uma epidemia em que, os políticos tem encampado, visando enriquecer com o dinheiro do povo, tomando para si, o dinheiro dos impostos, e nisso, cada vez mais, tem atraído gente que entra para política, para roubar, para tirar do povo, o que deveria fomentar o desenvolvimento deste país, e nisso, todos perdem, porque a violêcia aflora, a miséria se intensifica, os problemas se agravam e as diferenças se acentuam, prejudicando toda a nação, que poderia ser mais desenvolvida, que poderia ser mais dinâmica, que poderia ser mais próspera, mas por causa das distorções existentes na política, isto,  só tem prejudicado este país, de forma que, uma reforma política e eleitoral se faz urgente e impreterível, a fim de que o Brasil, possa  superar seus problemas e mazelas, tanto quando, se desenvolver.

A democrácia sobrevive graças a vontade e desejo das pessoas de que possam escolher seus governantes de forma justa, limpa e transparente, sem que o poder seja conquistado por pessoas inescrpulosas e sem caráter, que mentem e enganam a população, querendo o poder para controlar a população, nisso, foi criado a justiça, mais especificamente a justiça eleitoral, visando garantir que as eleições assim o fossem, justas, limpas e transparentes, tanto quanto o voto eletrônico visando sanar problemas de fraudes nas eleições, mas que precisam evoluir, precisam corriger as brechas e lacunas no sistema, que não permite ao eleitor consultar o voto, que não permite votar a distância, que não permite auditar o voto de forma personalizada, ao qual, um sistema que fosse aprimorado, mantendo a identificação biométrica, em que se votasse nos candidatos do distrito eleitoral, tanto quanto, o voto pudesse ser via tecnologias de telefone celular "smartphone", cujo o eleitor tivesse acesso ao voto ao qualquer lugar, bem como, em caso de impeachment, este pudesse registrar seu desagravo ao votante, pois participou do pleito, teriamos concerteza o sistema mais democrático, seguro, limpo e transparente existente no mundo em termos de uma democrácia que pode funcionar, pois se o candidato não corresponder aos anseios do eleitor, este pode sim, ser destituído, via pedido de impeachment pela população, basta que 1 % (por cento) da população que tenha votado, registre e manifeste este pedido, o pedido de impeachment tem que ser analisado e avaliado, julgado pelo congresso e juristas.

Um sistema que vise separar as atribuições de representação e execução no presidencialismo, o tornando semi-presidencialismo, tem esta conotação de tornar o estado mais eficiente, mais eficaz e mais efetivo em suas obrigações estatais, pois assim, as funções, atribuições, prerrogativas e tarefas ficam bem divididas e elencadas, ao qual, cada um se preocupa com o escopo de sua atuação, não interferindo e invadindo um do outro, sem  que existam mandatários inquestionáveis e impositores, que acham que são donos do poder, e somente eles podem decidir e mandar, sendo que na democrácia, o que existe é comando e liderança, e não ditadores, que assim, o presidente eleito, fica com a função e atribuição de representação, ao qual, o povo o elegeu, sendo que isto lhe permite junto com o congresso, escolher quem irá estar no posto de liderança do executivo, que seria o primeiro ministro, ao qual, todos os ministérios tecnicos tem que se orientarem, ou seja, no sistema semi-presidencialista, o poder não fica concentrado, mas delegado e atribuído, visando dividir e separar as funções, ao qual, o presidente pode em qualquer momento, junto com o congresso, destituir o primeiro ministro, enquanto que o presidente eleito, se não cuidar do país, este pode sofrer impeachment, haja vista, que foi eleito para cuidar e zelar pelo país.

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