Empenho e Produtividade Profissional

Atividade privada tem em seu seio, seu âmago, ou cerne existencial a questão do risco, cuja a mesma se insere num contexto de competitividade e concorrência, bem como, de se impor e se posicionar no mercado, ao qual, busca atender e satisfazer, nisso, esta depende profundamente de quão engajados, motivados, empenhados e produtivos são seus colaboradores, visando que esta possa se sobre sair, cujo resultado maior é sua lucratividade, em que pese, obter receita, diante das despesas, visando ganhos, a fim de cobrir os gastos, que resulta em lucros, sem isto, o que se tem é entidades filantrópicas, que basicamente tem a função assistencial, denotando em gastos de todos os recursos obtidos, sem que haja produção, visando o assistencialismo; enquanto entidades privadas, se arriscam em inovar, em desenvolver, em produzir, em gerar riqueza e proporcionar satisfação a seus clientes, que somente adiquirem algo que os possa proporcionar valor, ou seja, todo produto ou serviço envolvido na produção da atividade privada, envolve troca de valor, em que se paga e compra algo, visando obter um valor em troca, que é o resultado daquilo que se propõem com produto ou serviço, ao qual, o cliente deseja. O empenho do colaborador muito depende do indivíduo, que este percebendo e sentido que recebe um salário justo, isto dentro do contexto do mercado, ao qual, seu ganho é satisfatório e condizente com a realidade do mercado, tanto quanto, que existe uma percepção que as condições e situações de trabalho lhe são justas e dignas, visando que este possa desempenhar e produzir com relação a sua função e atividade, em corresponder aos anseios da organização, no que, este se insere, se envolve, participa e colabora, garantindo o resultado organizacional, da qual, este depende no que tange a sua renda, que no fim,  é o que se espera em termos de  dedicação e compromisso com os objetivos organizacionais, tanto quanto, que sua produtividade corresponda dentro da sua capacidade e condições, no que se propôs como ente organizacional, cujo o mesmo, tem que cumprir com as suas obrigações profissionais, assim, quando nos referimos a empenho e produtividade, esta envolve sempre uma correspondência em contrapartida, envolvendo, colaborador e organização, que buscam se ajustar ou se acertar, em termos de conseguir êxito em seus objetivos, um em relação a sua atividade, tarefa, função e cargo, outro, em relação a sua missão, visão, objetivos e metas, a fim de que, possa um atuar em função do outro, visando o sucesso de ambos, em ser exitosos ao que se propuseram a cumprir, realizar e fazer.

Uma organização que usa como pretexto a situação e condições de mercado em justificativa a exigências que faz de seus colaboradores, pode estar fazendo pouco ou o mesmo que seus concorrentes, no que esta faz para estimular e potencializar o engajamento de seus colaboradores, pois estes se sentem meras máquinas de gerar riqueza à organização, relevando aspectos emocionais e psciológicos dos colaboradores, bem como, as condições de trabalho oferecidas, que por este ponto de vista, qualquer emprego serve, qualquer empresa serve, pois não há respeito, consideração, valorização e condições que visem maior empenho do colaborador, que se sente desistimulado a produzir mais, a se esforçar mais, a se dedicar mais, a se empenhar mais, haja vista, que não percebe vantagens, pois é tratado como um mero recurso de produção, mas quando, a organização tem consciência dos aspectos emocionais, psicológicos e motivacionais, envolvendo seus colaboradores, esta possui planos que visem justamente estimular o engajamento de seus colaboradores, tanto mais, que esta crie uma cultura de troca de valores, em que o colaborador se dedica a empresa, nos termos de oferecer um bom trabalho, em prol dos clientes da empresa, envolvendo seus produtos e serviços, e a organização, oferece condições adequadas e satisfatórias de trabalho, tanto mais, uma renda que enceje consideração pelo que estes se dedicam a empresa, e ainda, perspectivas futuras de melhorar, de superar, de galgar posições em face a sua dedicação e comprometimento com a organização, ou seja, se uma organização que quer somente existir por existir, esta não da atenção aos fatores psicológicos e emocionais de seus colaboradores, mas quando esta, tem maiores ambições, em crescer e prosperar, esta tem que se preocupar com estas questões, pois mesmo que ofereça um salário maior, que seus concorrentes, pode esta não conseguir o resultado que se espera, na questão engajamento de seus colaboradores, pois estes vão se esmerar somente pelo dinheiro, e não por uma cultura de respeito, consideração, atenção e preocupação no trabalho, envolvendo tanto a sua produção, como também, o resultado, no que tange aos produtos e serviços que esta oferece a seus clientes.

O desempenho e o resultado de um bom trabalho, muito depende do engajamento do colaborador, que sabendo o que fazer, como fazer, quando fazer, porque fazer e quanto tem que fazer, aliado a aspectos como condições adequadas e satisfatórias de trabalho, bem como, que ao se engajar este percebe que a organização valoriza seu esforço, seu empenho, sua dedicação e seu comprometimento, o que se tem é desempenho e resultado otimizados, a performance melhora, mas quando, qualquer trabalho pode ser feito, qualquer resultado pode ser apresentado e qualquer condição é aceita, não há reconhecimento, tanto mais, a realização de um bom trabalho, nisso, a organização gasta recursos de forma despendiosa, pois há desperdícios, há retrabalhos, há ociosidade, há negligência, há descaso e há má vontade, tanto mais, fatores como rotatividade excessiva, gastos com contratação e desligamentos, zelo e respeito pela cultura da organização, tanto quanto, respeito e consideração, pelo que a organização oferece a seus colaboradores.

Motivação vem de motivo, me dê motivo para eu fazer, ser e me dedicar, o que implica em elencar estes motivos, em justificar estes motivos, em valorizar estes motivos, bem sabendo que cada pessoa, possui motivações em graus diferentes, níveis diferentes, pois um jovem que conquistou seu primeiro emprego, tem uma motivação diferente de quem é um veterano de guerra, assim como, as mulheres possuem motivações diferentes, ou que, as diferenças em uma organização sejam respeitadas, ou que, haja aspectos que beneficiam o colaborador, ou seja, a organização precisa saber o que motiva seus colaboradores em diferentes graus, precisa conhecer o que pode motivar seus colaboradores, e precisa desenvolver uma cultura de motivação, que enceje sua estrutura em termos de cargos e salários, em termos de benefícios, em termos de condições de trabalho, em termos de respeito e consideração, que assim, mesmo que existam níveis hierárquicos em graus de motivação, esta se preocupa com as diferentes vertentes no que tange ao sexo, no que tange a função, no que tange atividade, no que tange as condições de trabalho, no que tange a favorecer a existência de um ambiente e clima de trabalho que engange seus trabalhadores.

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