Brasil, o pior dos dois mundos!
Escolher o pior ou melhor de dois mundos possíveis para o Brasil é complicado, nas diferenças e nos detalhes, percebemos que ao Brasil está reservado anos muitos turbulentos, com facetas distintas, mas da mesma moeda, pois se, de um lado reside o descaso e o deboche, do outro, a usurpação e displicência, coisas de um Brasil que padece de liderança e ordem, em consideração e respeito a sua população, haja vista, que se continuarem gastando e disperdiçando dinheiro público da maneira que fazem, da forma como fazem, estaremos em maus lençóis, haja vista a irresponsabilidade com o dinheiro público, pois se um lado, quer poder para arregimentar seus correligionários em cargos públicos, para gastar como bem quiser, sem se importar com as finanças públicas, bem como, ser conivente com a corrupção e a roubalheira do dinheiro público, que de outra forma, o do outro lado, temos o deboche, sarcasmo e indiferença ao sofrimento alheio, sem mencionar os gastos melindrosos e a compra de apoio político, cujo dinheiro público tem sido gasto sem critério e prioridade.
O passado foi um pesadelo que assombra o Brasil, com todos os escândalos que ocorreram e espuseram as entranhas dos bastidores da governança pública, cujo presente, se diz diferente, mas que na prática, ressuscita temor pelo seu destempero e desdenho as críticas, que tanto contradizem ao seu mundo perfeito, mas que esta fora de sintonia com a realidade que se percebe, e, se as coisas estão menos ruim e nem tão boas, é porque o povo brasileiro é resiliente, forte e batalhador, não porque o governo é competente, isto para um e outro; escolher entre dois caminhos da mesma moeda, no sentido de que estão fazendo pouco, acreditando que fazem muito, e sem que mudem sua visão de mundo, o Brasil aínda levará muito tempo para se levantar como uma nação próspera, em respeito a seus cidadãos.
As reformas são necessárias para melhorar o país e estruturar melhor sua administração, bem como, zelar e cuidar do dinheiro público, sem gastar desnecessariamente ou jogar pelo ralo, num verdadeiro desleixo, em algo tão precioso para o povo brasileiro, por vias excusas.
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