Ciclo em Espiral de Desenvolvimento!
A possibilidade de se criar um ciclo permanente envolvendo uma espiral de desenvolvimento tem seus alicerces na ideia de um plano que envolva o progresso a meio passo, nisso, se implementaria várias iniciativas encabeçadas por frentes de atuação visando que estas iniciativas surtam efeito longenvo ao longo de um perído muito elástico, ou seja, não teriam data para acabar, cujo a crescente na intensidade da aplicação de cada uma das frentes de atuação, contribuiria em sua incumbência de levar o desenvolvimento, que assim, o Brasil deixaria de viver seus problemas mais sensíveis, tais como, desemprego, violência, favelamento, mortes por deslizamentos de áreas de risco, tanto quanto, juros altos, economia fraca e desindustrialização, e mais, impulsionaria o consumo, a renda, a empregabilidade e melhoria na qualidade de vida da população, que assim, estaria pavimentando um futuro melhor, visando a criação de condições suficientes e necessárias para o desenvolvimento deste país, tudo baseado em fundamentos firmes, alicerçados por um conjunto de ideias estruturantes envolvendo a economia, a questão social, a questão financeira, a questão previdênciaria, tanto quanto, tornando o Brasil um país sério e responsável, ao qual, deixariamos de ser um país insignificante e desprezível do ponto de vista da regulação e controle interno, envolvendo tantos problemas que assolam o Brasil, mais ainda, possibilitando que este país tenha mais relevância e importância no cenário mundial, contribuindo para um mundo que se equilibra sob uma premissa de fraqueza e força, mas sim, que mude para respeito e dignidade, visando que não se tenha um mundo dividido em potências que muitas vezes usurpam da sua intensidade bélica e econômica.
Este ciclo teria que ser encampado por várias frentes envolvendo a economia, a previdência, a área social e a financeira, visando possibilitar criar as condições para que a medida que forem implementadas, estas possam caminhar sozinhas, em uma espiral crescente, atingindo toda a população, criando as condições para o desenvolvimento, o progresso e o crescimento economico, tanto quanto, sanar problemas crônicos sociais envolvendo a sociedade brasileira.
Juros básicos da economia se baseriam em duas vertentes de aplicação, uma diz respeito ao consumo de familias e empresas, avaliados, classificados e mensurados na ponta, no que tange ao consumo, e em outra vertente, se criaria o juro de produção, que tem um alcance intermediário, atingindo a ponta somente quando o consumidor adquire um produto ou serviço, mas que antes, precisa ser produzido, realizado e desenvolvido, nisso, o juro de produção, seria um juro baseado na inflação de produção, atingindo os preços de produção, no que tange a energia, aluguel, impostos, salários e custos nos insumos de produção, sem que tenham atingindo o consumidor final ainda, mas que precisa ser produzido, neste sentido, este juro seria muito menor do que o juro de consumo, visando estimular a produção, a geração de emprego, o desenvolvimento produtivo, que por seguinte, se teria um juro de consumo menor, por conta dos custos de produção serem menores, ao qual, toda a economia teria sua base, no que diz respeito a crédito, apoiada neste dois pilares, juros de produção e juros de consumo.
Previdência Pública não pode ficar refém de um sistema previdenciário deficiente e deficitário, ao qual, se tem que colocar dinheiro de impostos arrecadados pelo consumo, num sistema falível e deficitário, cujas as contribuições patronais e funcionais, não conseguem suportar, neste sentido, tendo a previdência estabelecida na constituição como um direito social, se faria uma reforma previdenciária baseada não em contibuições empregatícias, mas na arrecadação envolvendo o imposto de consumo, que teria suas aliquotas de imposto tipo IVA, estruturada em crescente, escalonada, proporcional e limitada, visando tornar a arrecadação mais robusta do ponto de vista das contribuições, pois se estimularia o pagamento de impostos, tanto quanto, se destribuiria renda de forma justa, ao qual, a economia estaria ancorada visando seu crescimento, nisso, a previdência teria a idade minima para homens esticada para 68 anos, para mulheres 65 anos, sendo que mulheres que passaram por período de gestação, a cada gestação, teriam diminuídos 1 ano, na antecipação da sua aposentadoria, tanto quanto, as aposentadorias especiais, que em função da atividade, seriam premiadas em 1 ano, a cada 7 anos de exercíco da atividade, a fim de dar condições ao sistema de sua autosustentabilidade, mas isto, sem que, as empresas e trabalhadores formais, tenham que contribuir ao sistema, pois a folha de pagamento seria desonerada neste sentido, visando justamente diminuir custos e aumentar a empregabilidade, tanto quanto, impulsionar a renda do trabalhador formal, sendo que todos teriam direito a previdência, baseado no seu histórico de consumo, cujo o novo IVA irá permitir e possibilitar, e nisso, o Brasil estaria pavimentando seu futuro, distinguindo a questão social, que neste caso é obrigação do estado, enquanto as empresas gerariam empregos e renda, envolvendo a função social empregatícia, visando aliviar os custos das empresas e trabalhadores.
Moradia tem sido um problema crônico no Brasil a muito tempo, haja vista as favelas e as moradias construídas irregularmente na beira de encostas, cujas as catástrofes são previsíveis, em função da instabilidade das condições atmosféricas, assim, se criaria o plano anual nacional de moradia, em similaridade ao plano safra e plano agricultura familiar, cujos os juros e as condições são facilitadas, visando que, todos que moram em favelas, moradias precárias e em áreas de riscos, possam ter prioridades na busca de crédito a juros subsídiados, a fim de não se verem em risco, tanto quanto, sofrerem com as interpéries do tempo, cujas as vidas, tem sido ceifadas de forma alarmante e significante, sem que este problema seja sanando, e em consequência, envolvendo os critérios de prioridade em serem atendidos, se criaria o estimularia a construção de moradias neste país, visando resolver seus problemas de ordem urbana, não somente rural, que assim, a economia seria estimulada, tendo vista a importância da construção civil na geração de emprego, renda e crescimento economico deste país.
Economia na sua real dimensão economica envolve usar e saber usar dos recursos públicos de forma racional e equilibrada, justamente para que se controle a inflação dos preços, os juros básicos da economia, na questão do endividamento público, tanto quanto, se controlaria o endividamento público em face as condições reais da economia, sem que se gaste mais em juros da dívida do que em educação, saúde e segurança pública, pois quando não se tem este controle, o que se percebe é uma economia desregulada, descontrolada e deficitária, cujo as consequências são justamente os problemas crônicos existente no Brasil, que são a miséria, a pobreza, a fome, a moradia, o saneamento e a infraestutura precária e deficitária, bem como, a qualidade de vida da população, nisso, toda e qualquer despesa, custo e gasto, seriam criterizados pela ótica do desenvolvimento econômico e social, sem que a dívida pública esteja descontrolada, tanto mais, a questão da saúde, educação e segurança pública sejam melhor abordadas pela ótica da prioridade e eficiência no que lhe cabe suprir e atingir.
A regulação dos incentivos fiscais deve ser feita de forma mais ampla e abrangente no que concerne as várias áreas de interesse do Brasil, na questão do seu desenvolvimento, nisso, um marco regulatório de incentivos fiscais, que organize, normatize e seja condizente com o valor social, ao qual, este poderá reverter em termos econômicos ao país, deve ser criado, quanto mais, uma padronização e normatização na questão dos descontos fiscais ou renúncia fiscal, que podem carregar consigo objetivos não tão republicandos assim, tal como, corrupção e ganhos indiretos pessoais, envolvendo agentes públicos, que acham uma forma de se beneficiar destes descontos, assim, ao se criar um marco regulatório de incentivos fiscais e renúncias fiscais, se estimularia áreas como esporte, cultura, investimento, áreas deficitárias e que necessitam de incentivos, fossem beneficiadas sem que carreguem esta conotação de benefícos nem tanto republicanos assim, visando aplacar interesses que não se coadumam com a questão pública, ou seja, sem um marco regulatório que discipline os incentivos fiscais e estes descontos fiscais ou renúncia fiscal, que carregam interesses outros, cuja a corrupção se vale disso, sem que tragam os benefícios economicos e sociais, que deveriam ser o seu objetivo, visando o desenvolvimento do país, tanto quanto, áreas como cultura, esporte que tanto sofrem por não receberem a atenção que merecem em termos de incentivo, que não existe, e se existe, tal como a lei ruanet, estão mal focados, ao qual, se tivessem, poderiam desenvolver tanto este país, em termos economicos, pois artistas e esportistas, tanto quanto, eventos e patrocionadores, seriam incentivados e motivados a fomentarem áreas que precisam serem estimuladas.
Um sistema único de defesa do consumidor e contribuinte de abrangência nacional, envolvendo uma entidade que tenha capacidade operacional, administrativa e judicial, a fim de realmente proteger o consumidor e o contribuinte, de violações de seus direitos, no que tange ao consumo, pagamentos, custos e valores, que deveriam serem precificados conforme um valor que esteja condizente com seus objetivos, sem que lesem e penalizem o consumidor e o contribuinte, pois estes muitas vezes são a mesma pessoa, que se veem desamparados e descuidados de seus direitos, em função de que, não se tem uma entidade com capacidade e poderes de satisfazer e atender os contribuintes e consumidores em seus direitos de cidadão, de contribuintes e de consumidores, em função de que, nem todos cumprem e respeitam as leis existentes nestas áreas, justamente por ser um órgão sem condições de impor sanções e penalizações a quem não segue a lei, ao qual, o consumidor e contribuinte se vê numa situação de fragilidade e despreocupação com seus direitos.
E em uma instância maior é preciso que as reformas que tem mudado e tornado o Brasil um país mais sério e responsável continuem, isto no que tange, a política, a administração pública e a justiça, que precisam serem reformadas, tanto quanto foi feito em áreas como saúde, educação, segurança pública e social, ao qual, visam tornar estas áreas mais eficientes, mais eficazes e mais efetivas em suas atribuições, funções e incumbências, em atender o cidadão, o contribuinte, o eleitor, que precisam serem transformadas, para justante cumprirem com seu papel de melhorar a vida das pessoas, visando que estejam a serviço da sociedade e não de interesses excusos e muitas vezes corporativos, que nada beneficiam a sociedade, além de muito a prejudicarem, por envolver questões de corrupção, propina, benefícios injustos e fora do real papel que estas áreas deveriam se preocupar, tanto quanto, fragilizando e inviabilizando o progresso deste país, pois na questão política o brasil tem um problema enorme, que não condiz com a grandeza e a pujança de sua economia, que fica debilitada por ingerência, inabilidade e incapacidade de cumprir com seu real papel institucional, ao qual, os escândalos de corrupção aumentam em medida que nada é feito em mudar e transformar estas áreas, neste sentido, deve-se buscar uma mudança e transformação profunda visando proporcionar as condições para o desenvolvimento deste país.
Investir em infraestrutura deve ser sempre uma condição de favorecer o desenvolvimento, não obstante a somente novos empreendimentos estruturantes, mas também, na sua manutenção, conservação e renovação, quanto aos efeitos do desgaste, do uso, do tempo e da obsolocência, que sempre assolam e condicionam o uso eficaz destes modais estruturantes, isto envolvendo rodovias, viadutos, pontes, estradas, ruas, avenidas, marginais e aneis viários, tanto quanto, aeroportos, portos e tantos outros modais viários, que devem condizer com a capacidade e realidade existente, visando que se atentem as necessidades e condições que facilitem e possam suprir as demandas existentes, em termos de qualidade, segurança e conforto a seus usuários, de forma que a infraestrutura possa ser um elo que vise impulsionar o progresso, em termos de custos e gastos que tenham que ser suportado por seus usuários.
Em base e em suma se for seguido este plano que tem por objetivo melhorar as condições e situação do país em ser capaz de garantir que a vida dos cidadãos seja melhor, poderá o Brasil pavimentar um futuro melhor as gerações presente e futura, visando que este país possa prosperar e desenvolver em seu propósito como país soberano. Bem sabemos que muito coisa tem que ser feita, mas se começando e buscando sempre melhorar serpa este o caminho, assim, temos problemas na regulação dos jogos de azar, tanto quanto, na questão dos presídios, que não tem padronização e uma normatização em oferecer condições para que as penas sejam cumpridas, no que estabelece a lei, visando que os presos cumpram suas penas com dignidade e humanidade, mesmo que um dia, se implante a prisão perpetua e tenha a pena de morte, estas tem que se atentarem a critérios que sejam humanos, em se fazer justiça neste país.
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